
A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quinta-feira (16), mostra mudanças no cenário da disputa pelo Governo do Espírito Santo. No principal cenário testado pelo levantamento, o governador Ricardo Ferraço (MDB) aparece com 37% das intenções de voto, cinco pontos percentuais acima do registrado na pesquisa anterior. Em seguida estão o ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 25%, e o deputado federal Helder Salomão (PT), com 11%.
Com o resultado, Ricardo Ferraço amplia a diferença para o segundo colocado. Na pesquisa anterior, a vantagem era de oito pontos percentuais. Agora, passou para 12 pontos, refletindo o crescimento do governador no levantamento.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 13 de julho, ouvindo 804 eleitores em diferentes municípios capixabas. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado por A Gazeta e está registrado no Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) sob o protocolo ES-07211/2026.
Ricardo Ferraço assumiu o comando do Governo do Estado em abril deste ano, após a saída de Renato Casagrande, que deixou o cargo para disputar uma vaga no Senado. Desde então, sua gestão tem concentrado ações em áreas como segurança pública e desenvolvimento econômico.
Entre as iniciativas do governo está o início da implantação da fábrica da montadora chinesa GWM no Espírito Santo, empreendimento que tem previsão de gerar cerca de 10 mil empregos. Na área da segurança, o Estado também registrou redução nos índices de homicídios nos meses de maio e junho, de acordo com dados oficiais divulgados pelo governo.
Além do cenário principal, a Quaest também simulou uma disputa com outros possíveis candidatos. Nessa hipótese, foram incluídos o ex-governador Paulo Hartung (PSD), que aparece com 19% das intenções de voto, e o senador Magno Malta (PL), com 12%.
Como ocorre em toda pesquisa de intenção de voto, os números representam um retrato do momento em que o levantamento foi realizado e podem sofrer alterações ao longo do processo eleitoral, conforme o avanço da pré-campanha e a definição oficial das candidaturas.



